Mostrar mensagens com a etiqueta passear. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta passear. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de março de 2017

Mudar fraldas no carro

Fomos passear até Sintra, o tempo não estava muito favorável, mas fomos. Como sempre no fim-de-semana foi muito difícil arranjar lugar, mas depois de umas voltinhas e alguma paciência lá estacionámos. Demos início ao procedimento “tirar a Carolina do carro”. Como íamos andar bastante é mais prático usar o sling do que o carrinho e por isso tirámos a rapariga do ovo, vestimos o casaco, colocamos o gorro e quando olho para ovo, só para ver se não me tinha esquecido de nada, vejo uma mancha… Oh Diabo que é isto?! A Carolina estava ao colo do pai e eu virei-me para ela e fui à procura do que tinha originado a mancha, como se não soubesse já… Que lindo momento! Faz sempre cocó nas piores alturas (coitadinha agora já não pode fazer o cocó quando bem lhe entender). Demos início ao procedimento “limpar o rabinho e tentar salvar a roupa”. Mas onde? Era uma emergência e não havia tempo a perder, toca de tirar o gorro, o casaco, entrar no carro e fazer aquilo que gostamos mais: mudar a fralda no banco do carro! Não foi a primeira vez, nem deve ter sido a última, mas sempre que acontece a mim só me dá para rir e ao Francisco só lhe dá para os nervos. Ela agora mexe-se muito, então ainda foi mais divertido, o trocador estava sempre a sair do sitio, ela não parava de mexer, começava a escorregar pelo banco, tirar a roupa suja, limpar, vestir roupa lavada, ela sempre a rir. O resto do passeio foi óptimo claro, mas ficou marcado por este cocó e por esta brincadeira de lhe mudar a fralda no carro.

Em vez de uma imagem com cocó achei que ficava melhor esta


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Primeira viagem de carro

No dia de Natal fizemos a primeira viagem de carro com a nossa miúda. Passámos uma semana na Santa Terrinha e demos imensos passeios. A viagem são três horas e pouco e estava com receio de que fosse dificil, mas a verdade é que a viagem de ida foi super tranquila (excepto a saída de casa que como sempre é um caos), foi quase todo o caminho a dormir, fizemos duas paragens e não era nada com ela. Aproveitamos a semana para visitar a família, que ainda não conhecia pessoalmente a Carolina, e para passear. Tirámos muitas fotografias e houve direito a muitas primeiras experiências, como ir à neve! Agasalhamos a Carolina e lá fomos nós, ela não estranhou nada, de tanto passeio dentro do sling acabou por adormecer e viu a neve para dentro. 

Nós na Serra da Estrela

Foto de familia no Piodão
Em Belmonte
Dentro do sling no Piodão a dormir como costume

Já a viagem de regresso tem muito que se lhe diga! Acho que nunca tinha parado em tantas estações de serviço. A viagem foi de estação em estação! Aconteceu de tudo um pouco… Levávamos o carro cheio até ao cimo e ia tudo muito bem empacotadinho, quando paramos para almoçar reparámos numa linda poça que se veio a revelar ser leite, um pacote que trazíamos rebentou! Ahh que lindo espetáculo, toca de tirar tudo de dentro do saco onde vinha o pacote, limpar e voltar a arrumar, uma senhora vendo tão bonito espetáculo até nos doou um pacote de lenços (via-se no seu olhar a pena). Voltámos à viagem e a Carolina começa a chorar (hora de mamar), alimento a rapariga, mudamos a fralda à MacGuiver dentro do carro em cima do meu colo e vamos a caminho. Mal entramos de novo na estrada a Carolina começa de novo a chorar, um choro que foi crescendo exponencialmente até ao ponto em que já era um grito! Tentámos tudo: cantar, brincar, acalmar, mas nada resultou e assim decidimos que iríamos parar na próxima estação de serviço. Assim foi, tirámos o ovo para fora e a rapariga acalmou, pausa para café e como estava sem chorar decidimos voltar à viagem.  De novo na estrada e… novo momento de choro! Voltamos a tentar tudo e eis que uma ideia brilhante surge: vamos ligar a lanterna do telemóvel! Calou-se, afinal não queria ir às escuras (começámos a viagem de dia, mas agora o sol põe-se tão cedo, acho tão deprimente) porque devia pensar que ia sozinha, não sei, é a única explicação que encontro… Dormitou, acordou, choramingou, mas lá conseguimos chegar a Lisboa e pumba uma caixa com chocolates que vinha no meu colo, que eu me tinha esquecido que lá estava, cai no chão, que doce final de viagem!